sexta-feira, 5 de novembro de 2010

389 - desconcerto para pele e sopros

almejo as torres mais altas
a íngreme escada do céu
em tão delicada curvatura

desses teus seios em taça
a oferecer-se em sutil ária
no canto silente da língua

19 comentários:

Dario B. disse...

Sublime o erguer-se nessa escada. Forte abraço.

Ingrid disse...

belíssimo "desconcerto" Assis..
sutil mesmo.. e sensual.
Beijo.

Wanderley Elian Lima disse...

Olá amigo
Percorrendo essas curvas, facilmente se vai ao céu.
Abração

Cris de Souza disse...

esse poema é um sussurro...

beijo, meu querido!

Tania regina Contreiras disse...

QUE BELEZURA, Assis!!! Nossa, teus poemas me encantam SEMPRE, menino!???
Amei...
Beijos,

Marcantonio disse...

Sutil "área" onde o canto se arremete em tato, sabores e aromas.

Abração!

Jorge Pimenta disse...

e o éden ali tão próximo...
um abraço!

Lara Amaral disse...

Assim, alcanças o ápice!

Beijo.

Lívia Azzi disse...

A conexão sensorial estabelece sentidos capazes de apagar o mundo ao nosso redor...

Um beijo!

Bípede Falante disse...

Tenho medo de alturas, mas em uma assim me arrisco a subir que nem depois me estatele no chão :)
bj

Batom e poesias disse...

Um desejo mais que humano.
bjs

Rossana

LauraAlberto disse...

o seu poema deu-me fome

beijo
Laura

Lau Milesi disse...

"Quequéisso"??? Nossa, uma cantata desconcertante, muito linda.
Um beijo, poeta. D +, seu talento.

Júlio Castellain disse...

...
Um mais perfeito do que o outro, Assis. Parabéns.
Meu abraço.
...

Mirze Souza disse...

Assis!

Almejar torres altas, já é belo demais, acrescentando a ária no canto silente da língua, imagino que todos os anjos solfejarão.

Beijos, poeta MIL!

Mirze

Gerana Damulakis disse...

Altamente aliciante.

Zélia Guardiano disse...

Muita vez, Assis, você me põe em laço as minhas cordas vocais: em laço , dentro da laringe. Até mesmo, em nó. Amarradas, ficam todas as minhas palavras [não são muitas, mas são aquelas das quais me valho].
Ou seja: emoção, aperto na garganta.
Lindo demais o seu poema, amigo!
Abraço

Mai disse...

Bem, sou suspeitíssima para comentar esses teus delitos. O fato é que quando te pego com as calças na mão, abro o meu melhor sorriso.

Hoje, com este poema, foi assim.

cheiros de nuvens

Anna Amorim disse...

Caro poeta,

Grata surpresa!
Belas construções de qualidade a dedilhar sensações...

Parabéns. Te sigo!

Forte abraço