sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

477 - poema para redemoinhos n’alma

Ainda não aprendi domar os corcéis
Que tu instalas nas palavras
Calcei botas, empunhei alamares
Mas só me fica o raio ensandecido
Deste verbo que teimo conjugar

26 comentários:

Cris de Souza disse...

há vozes
no verbo amar
que nem ouso escutar

...

Lou Vilela disse...

É sempre um [bom] desafio domar redemoinhos, corcéis e verbos.

cheiro

Zélia Guardiano disse...

Ah, que o princípio de tudo está no verbo, meu querido Assis...
Lindo demais!
Abraço apertado.

Jorge Pimenta disse...

nisto dos corcéis e raios sandeus, uma só certeza: escrevem-se, mesmo que em anagrama, com as letras da dor [ainda assim, aprendi que depois da queda do cavalo, nada melhor que voltar a montar.]
um abraço!

Jacinta Dantas disse...

E vejo no seu poema os meus redemoinhos endoidecidos, endoidecedores...

Everson Russo disse...

Um dia esse corcel do amor será enfim domado,,,abraços de bom final de semana pra ti.

Tania regina Contreiras disse...

Assis...você é o máximo!
beijo de fã!

AC disse...

Há corcéis que nunca se domam, eles valem pelo que são...

Abraço

Marlon disse...

poucas palavras e muita poesia...como sempre.

parabens!!!

Ira Buscacio disse...

Crinas soltas nas palavras ao vento.
Um fds super bacana, bjão, Assis

Vais disse...

Olá Assis,
as palavras selvagens
há quem as dome?
ou apenas se faz um pacto com elas em determinados momentos?

beijos pra ti, poeta dos mileum

Primeira Pessoa disse...

leitura apropriada pra mim, assis, tentando domar um novo tsunami em mim.

o verbo nos conjuga.

tem dia, que de noite é assim. hoje eu tomo um porre.

beijão,
r.

Mirze Souza disse...

ASSIS!

Uma alma em redemoinhos pode tudo.

Sabes disto!

Beijos, poeta MIL!

Mirze

Daniela Delias disse...

Passou revirando td por aqui...bjos!

Úrsula Avner disse...

Olá poeta, belo e instigante... E como há redemoinhos na poesia, nas palavras, nas ideias não é mesmo ? Por causa deles não caimos na mesmice... Grande abraço.

Lara Amaral disse...

Conjugador de poesia, cavalga dor de ilusões.

Beijinho, querido, ótimo fim de semana para vc!

Lívia Azzi disse...

Seu poema remeteu-me a um fragmento de Clarice em "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres": "Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse a casa dele, e é"...

dade amorim disse...

O verbo que se teima em conjugar é mesmo indomável, Assis.

Beijo.

Analuz disse...

Os corcéis nasceram pra correr livremente, Assis... quanto mais livres, mais belos...

Beijinho de Luz e um belo fim de semana!

Eurico disse...

Um bardo!
Aqui habita um bardo!


Abraço fraterno.

Luiza Maciel Nogueira disse...

domar o que quando se quer os versos livres pairando sob os olhos, como por aqui :)

beijos

Domingos Barroso disse...

e nessa trama entre cavaleiro e moinhos o que assusta também
eleva
...

forte abraço,
irmão Assis.

Wania disse...

Oi, Assis


Constante espiral convergindo para a poesia...
Belo duelo entre a pena e as palavras!


Bjs

Ingrid disse...

Assis,
e domar as palavras tem a emoção do domar corcéis..
beijo

LauraAlberto disse...

tem vezes que nem vale a pena tentar

Beijo
Laura

Bípede Falante disse...

Assis, viva o que não se doma! Um viva as palavras que não se dobram, desbotam ou se calam!!bjs